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As novas máquinas da competição irão estrear na pista do interior paulista no dia 29. As corridas da etapa terá transmissão ao vivo

A GT Sprint Race confirma o segundo encontro da temporada para o próximo dia 29 de agosto, no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu (SP). É a quarta vez que o circuito abriga uma prova da competição nacional, com um traçado bastante sinuoso, seletivo e técnico, um dos mais desafiantes do calendário.

Para os 28 pilotos inscritos nas categorias PRO, PRO AM e AM, a pista é a maior dificuldade, exige destreza nas ultrapassagens e nas curvas de alta velocidade. O Velocitta oferece uma estrutura sensacional, localizado às margens da Rodovia SP-342 (Mogi Guaçu-Espírito Santo do Pinhal), foi inaugurado em 2012 e é um dos autódromos mais modernos do Brasil.

Luciano Zangirolami diz que a expectativa é ótima e é sempre privilégio andar em uma pista tão linda e desafiadora como o Velocitta. “No ano passado foi uma das pistas que venci na Sprint Race, e meu carro demonstrou um excelente potencial em Cascavel. Estou muito impressionado com o carro, ficou magnífico em todos os sentidos. Continuo muito focado em conquistar minha primeira vitória agora na GT Sprint Race, sei que a tarefa não será fácil tendo nomes como Thiago Camilo e os irmãos Sperafico, entre outros talentos, mas vamos lá”, menciona o piloto de Olímpia (SP) do GT SR#19 (PRO).

“Feliz de estar de volta ao Velocitta”, conta Marcelo Henriques. “Será bem desafiador, o nível dos pilotos está altíssimo esse ano, mas ao lado de Interlagos, são as pistas que mais conheço. Para quem vem de Minas Gerais como eu, correr no meio de uma fazenda é espetacular. A energia e beleza do lugar são diferenciadas. O traçado em si é bem travado, não dá descanso e é do jeito que a gente gosta. Guiar o novo carro da GT Sprint Race aqui é um presentão”, assegura o piloto do GT SR#01 (PRO AM).

Alex Seid parceiro no comendo do GT SR#01 ressalta que irá busca da liderança na PRO AM. “O Velocitta é uma pista incrível e muito desafiadora com curvas espetaculares de alta como a Caipirinha e baixa como o Saca-Rolha. Ano passado tivemos boas classificações para as duas corridas, mas os resultados não vieram. Esse ano o objetivo é correr com mais inteligência, para somar o máximo de pontos possível a cada etapa, além de tentar sair com a liderança do campeonato após essa etapa”, completa o paulistano.

A GT Sprint Race utilizará no Velocitta a mesma conduta adotada na primeira etapa realizada em Cascavel (PR) no início do mês, com uma etapa de portões fechados e seguirá critérios rígidos de biossegurança das autoridades sanitárias coordenado pelas autoridades locais em todos os dias do evento. Estarão presentes no circuito apenas os profissionais restritos às suas respectivas atividades necessárias para a realização das provas da etapa e em número reduzido.

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